terça-feira, 22 de maio de 2007

CARTA ABERTA AOS HOMENS

Esse texto é de autoria do rapaz chamado Xico Sá. O cara é bom, ele entende das coisas e escreve muito bem. Para sacar outros textos do dito cujo, clique aqui


James



Amigas, peço a devida licença para me dirigir exclusivamente aos meus semelhantes de sexo, esses moços, pobres moços, neste panfleto testosteronizado. Sim, amigas, esses seres que andam tão assustados, fracos e medrosos, beirando a covardia amorosa de fato e de direito.

Destemidas fêmeas, caso notem que eles não leram, não estão nem ai para a nossa carta aberta, recortem e colem nas geladeiras , tirem uma cópia e preguem no banheiro, na mesa do computador, na cabeceira, deixem esta crônica grudada na tv, mas não antes do futebol, pois há o risco de simplesmente ser ignorada, enfim, me ajudem para que esta minha carta aberta aos rapazes chegue, de alguma forma, ao alcance deles.

Amigos, chega dessa pasmaceira, chega dessa eterna covardia amorosa. Amigos, se vocês soubessem o que elas andam falando por ai. Horrores ao nosso respeito. O pior é que elas estão cobertas de razão como umas Marias Antonietas cobertas de longos e impenetráveis vestidos.

Cabróns, estamos sendo tachados simplesmente de frouxos, medrosos, ensaios de macho, rascunhos de homens, além de tolos, como quase sempre somos.

Prestem atenção, amigos, faz sentido o que elas dizem. A maioria de nós anda correndo delas diante do menor sinal de vínculo, diante da menor intimidade, logo após a primeira ou segunda manhã de sexo. O que é isso companheiros? Fugir à melhor das lutas? Nem vou falar na clássica falta de educação do dia seguinte.Ora, mandem nem que seja uma mensagem de texto delicada, seus preguiçosos, seus ordinários. O que custa um telefonema gentil, queiramos ou não dar seqüência à historia?!

Amigos, estamos errados quando pensamos que elas querem urgentemente nos levar ao altar ou juntar os trapos urgentemente. Nos enganamos. Erramos feio. Em muitas vezes, elas querem apenas o que nós também queremos: uma bela noite, ora direis, ouvir estrelas!

Por que praticamente exigimos uma segunda chance apenas quando falhamos, quando brochamos, algo demasiadamente humano? Ah, eis o ego do macho, o macho ferido por não ter sido o garanhão que se imagina na cama.

Sim, muitas querem um bom relacionamento, uma história com laços afetivos. Primeiro que esse desejo é legítimo, lindo, está longe de ser um crime, e além do mais pode ser ótimo para todos nós. Enquanto permanecermos com esse medinho de homem, nesse eterno e repetido “estou confuso” –“eu tô cafuso”, como dizia Didi Mocó!-, a vida passa e perdemos mil oportunidades de viver, no mínimo, bons momentos do gozo e felicidade possível. Afinal de contas para que estamos sobre a terra, apenas para morrer de trabalhar e enfartar com a final do campeonato?

Amigos, mulher não é para ser temida, é para nos dar o melhor da existência, para completar-nos, nada melhor do que a lição franciscana do “é dando que se recebe”, como cai bem nessa hora. Amigos, até sexo pra valer, aquele de arrepiar, só vem com a intimidade, os segredos da alcova, o desejo forte que impede até o ato que mais odiamos, a velha brochada da qual tratamos aí acima.

Rapazes, o amor acaba, o amor acaba em qualquer esquina, de qualquer estação, depois do teatro, a qualquer momento, como dizia Paulo Mendes Campos, mas ter medo de enfrentá-lo é ir desta para a outra mascando o jiló do desprazer e da falta de apetite na vida. Falta de vergonha na cara e de se permitir ser chamado de homem para valer e de verdade.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Candanga é a mãe, meu filho!

Esse negócio de mudar de cidade é massa. Você se descobre cheia de novos projetos. Estou nadando todas as manhãs aqui na piscina do apart hotel aonde estou hospedada esse mês. Aqui em Brasíla é ótimo nadar. Porque a umidade relativa do ar é uma merda, assim o clima fica seco e sua pele uma droga. Fora que sua boca fica toda hora rachada. Aqui você se engana com tudo. Acha que ta calor, daqui a pouco lá vem o vento frio. Acha que tudo é perto, porque a cidade é plana. Vai andando bestão! O ruim é também que aqui é tudo número. Já fui bater na 111 sul, quando olhei o endereço, era 111 norte. Lúcio Costa que me desculpe, esse negócio de numerar quadras é uma jumentisse. No topo das coisas ruins é que não aguento mais esse povo "candango" perguntando se eu sou recifense. Claro que sou meu filho, melhor que ser chamada de candanga. Já pensasse?! Outra coisa ruim é o tal do transporte público. Puta que pariu, ainda bem que está acabando. Chega logo carrinho!! De resto, eu morro de rir. Os bairros do entorno: Brazlândia, Ceilândia, Planaltina, Candangolândia. Céééus, esse povo é matuto demais. Amigos, venham logo para cá...a gente arruma o que fazer. To aprendendo a cozinhar, quero muito que vocês provem meus saborosos pratos.

Bruna

quinta-feira, 10 de maio de 2007

"Não, você não está gorda. Por favor, não me mate"

Imagine a cena: você está com sua esposa/noiva/namorada/amiga/etc. e está tudo muito bem, até que vem a fatídica pergunta:


"Eu tô muito gorda?"


.....!


Pois é, meu amigo, o mundo caiu pra você neste exato momento (que não tem nada de incomum). Foi feita a pergunta que não tem resposta. Ela chega a ser pior que a do ovo e da galinha. Não há escapatória, você foi pego e agora tem que se conformar em ser o vilão da história.

Quando uma mulher pergunta se está gorda, ela não quer ouvir que sim. É óbvio, dizer que ela seria uma ótima modelo de empresa de butijões de gás é o mesmo que assinar a declaração de guerra em que o homem está fadado a perder. Mas quando o pobre coitado diz que "não, você não está gorda", a réplica pode ser muito pior.

Você será chamado de mentiroso, de idiota, que ela SABE que está gorda e que se você também acha isso, deveria ir ficar com "aquela anoréxica da Fulana, que está dando mole pra você". Não importa se você realmente não acha que ela está gorda ou se Fulana mal te dá atenção, não vai haver tempo para resposta. E, obviamente, você EM HIPÓTESE ALGUMA pode dizer que ela está realmente gorda. Caso você diga isso, só estará dando motivo racional para que ela afirme tudo que diria/dirá pra você se você falasse que ela não está gorda.

Você pode tentar apelar para o cálculo de altura e peso para saber se ela está gordinha ou não e colocar a culpa nos especialistas, caso o resultado seja desagradável. Não funciona. Ela tá pouco se lixando para que os especialistas dizem, ela quer a SUA opinião. Apesar de que, na verdade mesmo, sua opinião não vai fazer muita diferença, afinal ela já tem uma opinião formada sobre seu próprio corpo. E dizer "eu gosto de você assim mesmo, tem pra que ficar magrela não" é a PIOR das situações, pois ela cairá em depressão, voltará a dizer tudo que eu já mencionei sobre você ser um idiota mentiroso e ainda vai dizer que você tem mau-gosto porque gosta de rolhas de poço.

Pior ainda é se ela estiver na TPM (vulgo Temporada Para Matar). Nesse caso, meu velho, tente sair fora rapidamente e com o mínimo de machucados possíveis.

Uma opção que pode dar certo é você dizer que ela está é muito gostosa e dar abraços e beijos no pescoço, dizendo que ela é linda e blá blá blá. Essa situação faz referência a meu post passado, onde eu mencionei que mulheres adoram ser elogiadas. Porém, se a opinião dela sobre estar gorda for forte o suficiente para resistir suas carícias e suas palavras (ou você ser fraco mesmo nesse sentido), ela vai te chamar de idiota mentiroso mais uma vez.

Talvez a melhor das opções seja dizer que vai "sair pra comprar cigarro (ou qualquer coisa que o valha) e volta já". Quando regressar, traga um presente e diga que lembrou dela quando o viu. Mas tenha cuidado para não trazer qualquer coisa comestível, pois isso traz o assunto de volta à tona. E se você trouxer um cofre em formato de porquinho, seu atestado de óbito será assinado poucos minutos depois.


James

sexta-feira, 4 de maio de 2007

You look wonderful tonight

Já dizia o velho ditado: "o homem você conquista pelo estômago; a mulher pelo elogio". Tudo bem que a parte referente ao homem tá um "pouco" desatualizada, já que era da época em que mulher só servia para cozinhar (além de lavar, passar e fazer outros afazeres domésticos), mas - convenhamos - a parte referente à mulher continua valendo até hoje.

Mulher adora ser elogiada. E, sinceramente, quem não gosta? Seja pelo visual ou por algo que tenhamos feito, todos adoramos receber elogios. E quem afirmar o contrário, tá mentindo. Duvida? Então tente. Diga pra alguma amiga/namorada/irmã/mãe que ela está bonita hoje. "Não sei o que é, tem algo diferente... Cortasse o cabelo? Talvez seja essa roupa que combina contigo. Tás tão bonita!". Eu te garanto, amigo, é certo que elas acreditam.

Mas "peraí", deixa eu fazer uma ressalva. De preferência, quando você elogiar alguém, seja SINCERO! Não diga a uma pessoa que você acha feia que ela está bonita, porque isso pode trazer complicações pra você no futuro. Ou então use um eufemismo. Se você não gostou do corte de cabelo da sua amiga, diga "eu acho que o outro jeito era mais tua cara... Talvez eu esteja acostumado demais com teu look de antes... É, deve ser isso, acho que eu tenho que me acostumar com esse".

Entretanto, assim como toda e qualquer coisa nessa vida, isso pode ser usado de uma forma menos ética, por assim dizer. Pode ser usado desonestamente só para conseguir dar uns "pegas" na guria. Ou então, pode ter boas intenções (como tentar incentivar alguma amiga na fossa), e acabar piorando a situação da dita cuja.

Por isso, cuidado com o que fala.


James

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Luciana-quer-saber-de-tudo.

Loucuras são boas de viver, de contar e de ouvir.
Eu fiquei sabendo de altas, cada uma melhor que a outra!

Obrigada a todos vocês que confiaram em mim e me fizeram rir com todas essas histórias! Por isso vou omitir alguns autores de loucuras...

A pergunta é: Diz aí as maiores loucuras que tu já fizesse sem noção, e se tu se arrepende.

Márcio A.- Tomei banho na caixa d'água de um prédio, onde a caixa ficava a uns três passos do precipício, a gente nem sabia que poderíamos levar choque devido a bomba d'água. Me arrependo mais ou menos.

J.J. - Dizer que ia ficar além do expediente de trabalho pra rolar com uma funcionária da mesma sala, rolou. Me arrependo nada, sou é doido pra acontecer de novo!

Anônimo - Transei no trem voltando pra estação do Recife. Eu estava voltando de viagem e tinha uma menina que veio comigo no ônibus, voltávamos de Natal. Eu vinha no ônibus paquerando ela, isso era tarde e no último trem entramos no mesmo vagão e só aí dei a cantada. Rolou ali mesmo. Coloca anônimo aí, se minha mulher vê ela me mata.

Carolina - Fiz sexo com meu namorado na praia de Maria Farinha! E foi antes de Daniela Cicarelli, agora todo mundo percebe, antes eu nem ligava.

Leonardo D. - Já quebrei o carro do meu professor de inglês. Ele me reprovou por 0,03, digaí! Entrei na garagem do prédio dele, risquei todo o carro dele, arranquei as rodas e joguei no rio. Não me arrependo, ele mereceu. Já me joguei de uma ponte uma vez e quase caí nas pedras! E quando eu tocava pagode, a banda toda se agarrou e eu fiquei só, aí eles pediram meu apartamento emprestado pra dá uma com as meninas. Eu fiquei do lado de fora e teve uma hora que me arretei, entrei no ap como se não soubesse de nada e joguei água fria na galera, dizendo assim: "Que pouca vergonha é essa na minha casa bando de desocupado. Vou chamar a policia!" Todo mundo saiu de casa nu, correndo!

Luciana – Me apaixonei por um menino que conheci na internet, de outro Estado! Passei meses ligando pra um garoto dizendo que meu nome era outro, esse mesmo garoto veio ser meu primeiro beijo! Comprei uma bolsa de 400 reias pra minha mãe e não me arrependo, a bolsa é linda, o dinheiro é meu e a mãe também. Fiz sexo com meu namorado num lugar com outras pessoas, mas as pessoas não viram, acho.

Leonardo S. - Fiquei com um casal de mulheres. Bebi ate cair e depois dirigi, estourei o carro. Transei na UFPE, no prédio de sociologia! Se eu te disser metade das loucuras você vai ficar espantada.

Ígor - Eu tinha uns 16-17 anos e estava lá na Inglaterra. Fui tirar dinheiro no banco e o caixa disse que meu dinheiro estava indisponível! Fiquei revoltado, abri o zíper da calça e alí mesmo no meio da rua fiz xixi mirando no caixa-eletrônico! Realmente foi um belo de um protesto! Outra vez estava em Santa Catarina e fui com amigos para umas dunas fazer Sandboard. Nós nunca tínhamos praticado esse esporte, mas mesmo assim subimos numa duna que estava cheia de gente e lá ficou naquela dúvida "quem vai ser o primeiro?". Sobrou pra mim. Coloquei a prancha e peguei um impulso pra descer, fui muito rápido até o fundo e quando cheguei perto do fundo veio aquela dúvida “como é que para essa coisa?”. Eu já estava me desequilibrando e acabei caindo de cara na areia! Todos riram de mim, claro! Mas eu não estava nem aí, aprendi a andar de sandboard!

Rodrigo M. - Fiz sexo no banheiro do salão de festa com uma festa rolando! Foi a maior loucura que eu já fiz.

T.M. - Masturbação recíproca em pleno teatro da UFPE durante o festival do Coquetel Molotov. E teve uma que foi quase! Tipo, quase rolou de chupar os peitos da guria no sofá do Garagem, na frente de todo mundo (por iniciativa dela, vale frisar). Só não rolou porque Nilton (o dono do Garagem) pediu pra gente ir lá pra cima, onde era mais escuro (detalhe: não rolou nada lá em cima).

Fabiana - Minhas loucuras nem são tão loucuras assim, mas bem, vou contar essa. Um belo dia uma amiga me chamou para a Festa da Macuca. Lá tínhamos que acampar e eu nunca tinha acampado na vida e não sabia o que dizer lá em casa! Então resolvi botar minha veia artística para fora e menti dizendo que ia passar o final de semana na casa de praia de Alinne, em Maria Farinha. A única coisa que minha mãe pediu foi para que eu ficasse ligando pra ela, pois ela é muito preocupada.
Eu toda animada para a festa, doida para arrumar um gatinho pra ficar na minha barraca (porque eu não sou besta). Aliás, nem eu nem a minha amiga! Chegando em Caruaru, resolvi mandar uma mensagem pra minha mãe dizendo que estava tudo bem e que ligava mais tarde. Enfim, chegamos à fazenda no meio do nada, onde encontramos uma galera muito doida. Estávamos todos animados. Então fomos armar as barracas e começar a beber (pense no drama que foi montar essas barracas). Eu resolvi então ligar novamente pra minha mãe pra dizer que tava tudo bem, mas aquela peste de cidade não tinha sinal para celular e nem tinha telefone! Quando começou a anoitecer, percebemos que lá no sítio não tinha iluminação! Ninguém via ninguém! Comecei a ficar preocupada com a situação... Mas quem tá na chuva é pra se molhar, né? Acordei as 3:30 da manhã morrendo de vontade de fazer xixi e todos que estavam comigo já estavam dormindo. Claro que fui à barraca da minha amiga acorda-la. Pedi pra ela ficar em pé me esperando, porque aí eu ia saber que tinha voltado pra o lugar certo, isso tudo com ela morrendo de vontade de vomitar. Voltei pra barraca e fui tentar dormir, de repente entra um peregrino na minha barraca me chamando de meu amor. Eu? Amor? Dei um grito! Ele saiu rapidinho quando percebeu que tinha entrado na barraca errada. Não consegui mais dormir assustada. Logo pela manhã olho ao meu redor e vejo zilhões de barracas iguais a minha! Não demorou muito tempo e começou a chover, um toró e todos correram para suas barracas. Fomos embora! Quando cheguei em Caruaru, liguei pra minha mãe e ela não estava nem aí (milagre). No final das contas foi massa, conheci pessoas novas, bebi que só, vi um monte de gente feia e doida, tive várias crises de risos e ainda invadiram minha barraca à noite! Se eu pudesse voltar no tempo faria tudo igualzinho.

Bom mesmo é ver que ninguém se arrependeu. Bom mesmo é ter loucuras pra contar!
E você? Conta aí pra gente as suas loucuras! É só clicar nos comentários!

Luciana

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Mulheres-xis

Sabe quando você sabe que está arrasando e que tem algumas mulheres com inveja de você? Quando essas mulheres-xis perdem horas dos seus dias acessando tudo que estiver exposto na internet sobre você e quando elas passam mais de 3 minutos olhando seus movimentos em algum lugar que te encontre. Ah, é bem típico elas repararem na sua sandália.

Elas tentam de todo jeito se aproximar de você, seja lá como for. Sai pra lá mequetrefe!


Se você nunca foi apresentada a essas mulheres-xis é pior ainda, porque elas nem te conhecem e pensam que sabe tudo sobre você só pelos escrepes do orkut.

Credo, é muito fácil conhecer as mulheres, principalmente as feridas.
Sal grosso e muita reza minha filha!

Aqueles olhares que querem sua roupa, seu emprego, seu sotaque, seu namorado e até sua gordura localizada assusta, mas querida, eu sou mulher e por mais que você finja descaso eu percebo e alimento meu ego.

Inveja é feio, mas não me desanima.
Hoje estou me sentindo muito mais gostosa do que sou. Ui.

Ludmila

quarta-feira, 25 de abril de 2007

It's raining, man!

Como esse é meu primeiro post aqui, eu achei que deveria me apresentar...

...

...mas mudei de idéia, tendo em vista que isso não é importante. O que importa mesmo é o que eu vim fazer aqui, que é jogar uma luz do ponto de vista masculino sobre a escuridão que é o universo feminino.

Quem nunca ouviu alguém dizer que "é impossível entender as mulheres"? Tá, eu confesso que é bem difícil mesmo. Nem elas mesmas se entendem completamente. Como alguém que percorre o universo feminino com uma certa frequência, eu posso dizer que não é impossível entendê-las. Difícil? Sim. Requer esforço? Claro. Mas não é uma meta inatingível.

Para entendê-las, você precisa, antes de mais nada, saber do que elas gostam. Não é tão complicado, basta pesquisar um pouco com suas amigas. O que? Você não tem amigas? Você acha que "amigo de mulher é cabeleireiro"? Rapaz, com essa mentalidade, você realmente NUNCA vai entendê-las.

Tudo que elas querem é alguém que as ouçam. Que falem as palavras certas nas horas certas. Que as façam rir. Que tenham um papo interessante. Que sejam bonitos, educados, charmosos e cavalheiros, mas não submissos, porque senão"perde a graça". Que as defendam quando for preciso, mas que não posem de machão. Que saibam beijar, abraçar e que as peguem de jeito. Que se ofereça pra pagar as contas, mas que não reclamem se elas quiserem dividir. Que faça elas se sentirem as mulheres mais lindas do mundo (e todas as mulheres são lindas, cada uma a seu jeito. Especialmente as deste blog), mas sem inflar muito o ego, porque ego inflado some demais e acaba estourando. Entre outras várias coisas.

....

Hm....

Se lembram quando eu disse que não era impossível? Bem, nunca é tarde demais pra reconsiderar...

James

Bruna Bernardes, puro glamour!

Essa profissão está, de fato me cansando. As pessoas acham glamoroso ser jornalista. Me dá até vontade de rir isso. Salário atrasado, trabalho demais e poucas folgas. Realmente muito glamour. Um das poucas coisas boas de ser jornalista é que todo dia se tem uma desculpa para parar num bar e tomar, pelo menos, um chopp. Como os três únicos jornais de Pernambuco se pautam, tem assunto todo dia para beber com os coleguinhas. A outra coisa boa é você poder colocar a classe política numa saia justa diária, pelo menos no meu caso. Primeiro feriado do ano em que não vou trabalhar. Eu sou um exemplar de trabalhadora que vai aproveitar, ainda que minimamente, o seu dia. Enquanto isso, as universidades ficam cada dia mais lotadas. Cééus!

Bruna

Tem um homem no pedaço!

E ulalá, que homem!

As mulheres da casa.

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Tô puta

Não tenho paciência,
tenho crises e crises de ciúmes,
faço muita merda...e sempre me arrependo depois,
meus cremes acabaram,
meu perfume acabou,
me iludo e desiludo muito facilmente,
sou mimada,
sou complexa,
não consigo falar francês direito...muito menos escrever,
sempre digo que nunca mais e nunca cumpro,
vivo de TPM,
só consigo ficar quieta quando completo toda a merda, porque meia merda pra mim não basta!

Mirabelle